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Fábrica de cimento do Kwanza sul pode voltar a produzir

Quarta, 08 Novembro 2017  vanda de carvalho

O economista Carlos rosado é de opinião de que os problemas que se registam a nível da indústria cimenteira têm a ver com o monopólio no sector, onde as empresas são privatizadas sem a realização de concurso público.

O encerramento de algumas fábricas de cimento levaram a uma subida exorbitante do preço do produto no mercado, uma vez que a nova cimangola, passou a ser nos últimos meses a única empresa a vender o referido produto.

Como medida para a saída da crise, o ministro das obras públicas anunciou esta semana que as empresas cimenteiras China Internacional Fund, no Bom Jesus, e do Cuanza-Sul (FCKS), no Sumbe, vão poder adquirir o Heavy Fuel Oil (HFO) depois do dia 10, na Refinaria de Luanda, para que seja restabelecido o fornecimento de cimento ao mercado e estabilizados os preços.

Facto é que ate bem pouco tempo, as fábricas de cimento recebiam o combustível para a produção do cimento através da Cimangola e não directamente da Sonangol, o que nalgumas vezes dificultava o acesso ao produto tendo em conta os custos e como consequência algumas fábricas chegaram a encerrar, o que levou o cimento a estar escasso e caro no mercado.

Escute: Repórter Joana Zunguila - Fábrica de cimento do Kwanza sul pode voltar a produzir