
Foi a enterrar Terça-feira, o activista cívico José Patrocínio, coordenador executivo da Omunga.
Várias sensibilidades idos de vários pontos do país deslocaram-se à Benguela com o objectivo de render homenagem a Zé Tó, como era carinhosamente tratado.
Entre emoções e lágrimas, viam-se cartazes e tshirts exibidos pelos presentes, vendedeiras, camponeses, poetas, académicos e amigos, onde se podiam ler mensagens como “ Quando o regresso é retrocesso”, “ A vida é mesmo assim, nascemos, crescemos e morremos”, “ Que a sua alma descanse em paz”, “ Que a sua alma descance em paz, Zé Tó 1961-2019”.
Na ocasião, antes do descer da urna à cova, o chefe da bancada parlamentar da Unita, Adalberto da Costa Júnior, considerou José Patrocínio como um dos mais influentes defensores dos direitos humanos em Angola.
O político pediu aos presentes que continuem com as acções do activista, como forma de imortalizar e honrar a sua memória.
Já o presidente da Associação Literária e Cultura de Angola (ALCA), Efraim Chinguto, referiu que a sociedade angolana perdeu um dos mais valentes advogados das “Causas justas”.
Desde os ricos aos pobres, desconhecidos e esquecidos pelo seu status social, Patrocínio sempre procurou ajudar a todos.
Vamos acompanhar a reportagem de Zé Manuel
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