
A população do sul do Sudão, maioria inscrita no referendo, deverá decidir pela independência do norte, com quem travou uma guerra civil de mais de quatro décadas.
Um dos motivos que explicam a tensão dentro do país advém dos embates religiosos: o sul tem formação animista e cristã (esta última herança da colonização inglesa) enquanto a população do norte é muçulmanos.
Independente do resultado, o sul e o norte ainda precisam concordar em questões como a partilha da riqueza do petróleo, os direitos da água e de cidadania.