
Responsáveis da "Air Zimbabwe" afirmaram que estão a tentar obter do governo os 280 mil dólares necessários para pagar a sua cota na Associação Internacional dos Transportes Aéreos, IATA, de modo a poder recomeçar a emitir bilhetes para destinos no estrangeiro.
A IATA ordenou entretanto às agências de viagens através do Mundo que reembolsem os passageiros detentores de bilhetes da "Air Zimbabwe".
A transportadora aérea zimbabueana, fundada há 47 anos, registou este ano uma série de greves quando os pilotos se recusaram a voar enquanto não recebessem salários em atraso.